Metodologias Ágeis
A agilidade é uma de nossas principais bandeiras.
Somos pioneiros no uso e evangelização de métodos ágeis no Distrito Federal, participamos ativamente da comunidade nacional desde o seus primórdios, ajudamos a organizar os maiores encontros no Brasil sobre o assunto, lideramos a tradução de importantes obras relacionadas para o idioma português e somos honrados por termos começado o Maré de Agilidade, movimento nacional de divulgação dos conceitos e experiências ágeis a todo território brasileiro.
Um pouco mais...
A SEA concebeu este evento voluntário sobre métodos ágeis, que se tornou itineráio e está viajando o Brasil há 3 anos. O objetivo do Maré é levar as metodologias às regiões carentes de eventos dessa natureza. O Maré já esteve em Brasília, Salvador, Belém, Vitória e Belo Horizonte.
- Iniciativa na tradução de livros:
- Participação em eventos:
- XP 2010;
- Ágile Brasil 2010;
- RubyConf 2010;
- Rails Summit;
- Oxente Rails;
- Java One;
- Marés de Agilidade;
- Encontro Ágil.
Manifesto 2.0
Li certa feita em algum canto que esse papo de virada de ano nada mais é que invenção humana para se dar novas chances de recomeçar. Astronomia a parte, até que faz sentido. Então, em meio a votos de sucesso e promessas de vida mais saudável, trago a minha mensagem de feliz ano novo.
Acho que este ano será o ano da consolidação de um fenômeno que temos observado nos últimos tempos, mais intensamente, em 2008. É a chegada de uma nova escola de pensamento, já referenciada aqui no blog como a new-school. Mais recentemente, aqui na SEA, começamos a chamá-la de TI 2.0. Tudo porque estávamos buscando ações para nos tornarmos uma Empresa 2.0.
Rede Sigma
Desculpem o texto longo. Precisava dizer tudo o que tinha que ser dito. Sinto-me melhor agora… :-)
Abstract
Acho que todo mundo sabe o quão bem vista a comunidade técnica brasileira é no exterior, né? Nossa capacidade de mobilização, organização e motivação não se compara com nenhum outro canto do mundo. Vindo do mundo Java, acompanhei de perto a evolução dos Java Users Groups e sei bem o quão maduros somos quando comparados a JUGs de outros países. No entanto, ainda não entendi por que nós, técnicos, ainda não refletimos o mesmo nível de maturidade nos negócios. Já que somos tão bons em fazermos coisas juntas, por que raios este mesmo potencial não é usado para geração de negócios, riquezas, empregos e bem estar social? Este post, deveras longo, discute este assunto e faz a proposta de um novo modelo de empreendedorismo, sustentado por princípios de soberania, confiança e propsperidade. Boa leitura.
Não crie empresa, crie empreendimentos!
Eestamos trazendo uma nova proposta para empreendimentos de software. Chamemo-la de Rede Empreendedora (é preciso dar um nome pra ficar fácil de referenciá-la ao longo do texto). A proposta é bem simples e não traz nenhum novo conceito. Sua inovação está no contexto em que será aplicada, com foco no público desenvolvedor de software.